A Liga Sem Dor de Maringá, formada por alunos da Universidade Estadual de Maringá e orientada pelo Professor-Doutor Orlando Colhado, médico, especialista em Dor, tem como principais parâmetros de trabalho, o estímulo ao desenvolvimento de estudos e pesquisas científicas, bem como o acompanhamento e tratamento de Dor Crônica em pacientes da rede pública no projeto Ambulatório da Dor (em parceria com a Prefeitura de Maringá). Objetivamos sempre o benefício da comunidade na qual estamos inseridos.
Total de visualizações de página
domingo, 24 de julho de 2011
Lista de aprovados 2011
Temos uma lista de 21 aprovados. Estamos tentando aumentar o número de vagas para 31. Se tudo der certo, os demais serão convocados no no final de agosto.
Aos novos integrantes: parabéns e sejam bem vindos!
1 ANO
Isabela Bertoglio – 9,5 + 2,0 = 11,5 APROVADO
Aos novos integrantes: parabéns e sejam bem vindos!
1 ANO
Suellen Tórmina – 9,0 + 2,0 = 11,0 APROVADO
Mário Henrique Verussa – 9,0 + 2,0 = 11,0 APROVADO
Adriana Bruder – 8,0 + 2,0 = 10,0
Mariana Kitayama – 8,0 + 2,0 = 10,0
2 ANO
Isabela Bertoglio – 9,5 + 2,0 = 11,5 APROVADO
Hugo Benalia – 9,0 + 2,0 = 11,0 APROVADO
Vinicius Vasconcellos – 9,0 + 2,0 = 11,0 APROVADO
Anderson de Paula – 8,5 + 2,0 = 10,5 APROVADO
Wellington de Araújo – 8,0 + 2,0 = 10,0 APROVADO
Rafael Utimura – 7,5 + 2,0 = 9,5
Edney Brancalhão – 7,0 + 2,0 = 9,0
Jean Paulo Leal – 6,0 + 2,0 = 8,0
3 ANO
Lucas Ferreti – 9,0 + 2.0 = 11,0 APROVADO
Érica Sabrine Angelo – 9,0 + 2.0 = 11,0 APROVADO
Fernanda Ferrari – 9,0 + 2.0 = 11,0 APROVADO
Cássio Moreira – 9,0 + 2.0 = 11,0 APROVADO
Rita Rossini – 8,0 + 2.0 = 10,0 APROVADO
Samara Emerich – 8,0 + 2.0 = 10,0 APROVADO
Lis Osaku – 8,0 + 2.0 = 10,0 APROVADO
Letícia Camillo – 7,0 + 2.0 = 9,0 APROVADO
Maíra Capoani – 7,0 + 2.0 = 9,0 APROVADO
Carlos André Carretero – 7,0 + 2.0 = 9,0 APROVADO
Taynara Nabozny – 9,0
Rafael Faversani – 8,0
Raquel Campos – 6,0
Mariana Campos – 6,0
Thiago Dutra – 6,0
4 ANO
Nathália Bergamasco – 10 + 2,0 = 12,0 APROVADO
Felipe de Paula – 9,0 + 2,0 = 11,0 APROVADO
Tiago Ronqui – 9,0 + 2,0 = 11,0 APROVADO
Fernando Freitas – 7,0 APROVADO
Matéria no Jornal Gazeta Maringá sobre o Ambulatório da Dor
Ambulatório especializado dá esperança a pacientes com dor crônica
Ambulatório atenderá, a partir de agosto, pacientes com problemas como enxaqueca e dor ciática. Iniciativa é uma parceria entre Prefeitura e do Departamento de Medicina da UEM
23/07/2011 | 00:01 | Ricardo Andretto, especial para a Gazeta Maringá Os pacientes com dor crônica terão acompanhamento médico gratuito a partir de 3 agosto em Maringá. O Ambulatório de Dor, uma parceria entre Prefeitura e o Departamento de Medicina da Universidade Estadual de Maringá (UEM), vai atender pacientes, no Pronto Atendimento da Zona Norte, no Jardim Alvorada, que apresentem problemas de saúde constantes, como enxaqueca, dores nas articulações e dor ciática.
Todos os medicamentos do ambulatório serão cedidos pelo município. Os pacientes que tiverem indicações poderão encontrar os remédios nas farmácias da Secretaria de Saúde de Maringá.
"Há também os bloqueios terapêuticos, com injeções. Da UEM virão os alunos de graduação e de residência em anestesiologia. Os profissionais vão identificar os pacientes com o perfil para o atendimento e encaminhá-los para tratamento", disse o médico Orlando Colhado, coordenador do projeto do Departamento de Medicina da UEM.
Mais de 180 profissionais da rede pública receberam capacitação, neste mês, com dicas para identificar os casos de dores crônicas e orientar os pacientes a procurar atendimento no Pronto Atendimento da Zona Norte.
“Não adianta abrir um ambulatório sem capacitar. Não é todo tipo de dor que tem um resultado esperado e nem todo o tipo de dor que tem tratamento. Não podemos alimentar uma falsa expectativa na população”, disse o secretário de Saúde de Maringá, Antônio Carlos Nardi.
Agricultor vê programa com esperança
Para o agricultor Emílio Varize, 72 anos, que sofre há três anos com dores nas articulações, essa é uma opção a mais para o tratamento do problema. "Já tratei a dor com três médicos e somente com o quarto consegui aliviar um pouco a dor com um bloqueio. Acho que um centro especializado evitaria sofrimento desnecessário", diz Varize.
O agricultor conta que usa plano de saúde para tratar do problema, mas que, se precisasse, poderia utilizar a opção de atendimento pelo município. “Acho que serve para pessoas que não têm condições para procurar uma consulta particular. Isso sem contar que, na rede pública, a gente economiza em medicamentos”.
"Há também os bloqueios terapêuticos, com injeções. Da UEM virão os alunos de graduação e de residência em anestesiologia. Os profissionais vão identificar os pacientes com o perfil para o atendimento e encaminhá-los para tratamento", disse o médico Orlando Colhado, coordenador do projeto do Departamento de Medicina da UEM.
Mais de 180 profissionais da rede pública receberam capacitação, neste mês, com dicas para identificar os casos de dores crônicas e orientar os pacientes a procurar atendimento no Pronto Atendimento da Zona Norte.
“Não adianta abrir um ambulatório sem capacitar. Não é todo tipo de dor que tem um resultado esperado e nem todo o tipo de dor que tem tratamento. Não podemos alimentar uma falsa expectativa na população”, disse o secretário de Saúde de Maringá, Antônio Carlos Nardi.
Agricultor vê programa com esperança
Para o agricultor Emílio Varize, 72 anos, que sofre há três anos com dores nas articulações, essa é uma opção a mais para o tratamento do problema. "Já tratei a dor com três médicos e somente com o quarto consegui aliviar um pouco a dor com um bloqueio. Acho que um centro especializado evitaria sofrimento desnecessário", diz Varize.
O agricultor conta que usa plano de saúde para tratar do problema, mas que, se precisasse, poderia utilizar a opção de atendimento pelo município. “Acho que serve para pessoas que não têm condições para procurar uma consulta particular. Isso sem contar que, na rede pública, a gente economiza em medicamentos”.
Assinar:
Postagens (Atom)